A Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) informa sobre as apreensões realizadas no último final de semana, 17 e 18 de novembro, em presídios de todo o estado de São Paulo. Todos os casos foram registrados por meio de boletim de ocorrência e os visitantes flagrados foram automaticamente suspensos do rol de visitas.
Em cada uma das apreensões, os presos foram isolados e respondem a Procedimento Disciplinar para apurar a cumplicidade daqueles que receberiam os materiais ilícitos.
Capital
Uma visitante tentou entrar com maços de cigarro recheados de substâncias análogas à cocaína e à maconha no Centro de Detenção Provisória (CDP) Belém I, localizado na capital paulista. O flagrante realizado pelos agentes de segurança aconteceu durante revista dos pertences levados pela visitante a um sentenciado no último domingo (18/11).
Diadema
No Centro de Detenção Provisória (CDP) de Diadema, no domingo (18/11), a companheira de um sentenciado foi surpreendida tentando entrar na unidade com um invólucro de entorpecente escondido em sua genitália.
Ao passar pelo scanner corporal, o aparelho detectou uma anormalidade na região pélvica da visitante e confirmou-se que levava um pacote contendo materiais característicos à maconha e à cocaína.

Franco da Rocha
Nas três penitenciárias e no Centro de Progressão Penitenciária (CPP) de Franco da Rocha houve apreensões de entorpecentes durante o final de semana de visitas (17 e 18 de novembro). Em quatro casos as mulheres levavam os ilícitos escondidos em suas genitálias, enquanto o quinto flagrante foi feito a um visitante homem, que escondeu o material análogo à maconha na barra de sua calça.
Nas penitenciárias I “Mário de Moura e Albuquerque” e III “José Aparecido Ribeiro” e no CPP de Franco da Rocha, as visitantes foram flagradas com invólucros contendo substâncias análogas à maconha, à cocaína e ao LSD escondidos em suas genitálias.

Já na Penitenciária II “Nilton Silva”, também de Franco da Rocha, o caso de apreensão foi registrado com um homem que escondeu um invólucro de material semelhante à maconha na barra de sua calça, sendo flagrado pelo aparelho de scanner corporal.
Parelheiros
Os agentes de segurança da Penitenciária “ASP Joaquim Fonseca Lopes”, de Parelheiros, flagraram no sábado (17/11), uma visitante tentando entrar na unidade com um micro celular escondido em seu corpo. A contravenção foi observada pelo aparelho scanner corporal.
Ao ser questionada, a mulher confirmou estar com o objeto em seu corpo e mostrou-se disposta a ir ao hospital local para esclarecer dúvidas. Uma viatura da Polícia Militar foi acionada para conduzir a mulher até o Hospital Municipal de Parelheiros, local onde o aparelho celular foi retirado pela própria mulher e entregue aos responsáveis.

Suzano
No sábado, dia 17 de novembro, no Centro de Detenção Provisória de Suzano, a mãe de um detento foi frustrada na tentativa de entrar na unidade com invólucros de maconha escondidos dentro de um recipiente com comida. Ao revistarem os alimentos trazidos pela visitante, de 55 anos, os servidores encontraram 34 gramas de cocaína e 60,3 de maconha escondidos dentro de pedaços de carne.
Pouco mais tarde, a irmã de um preso foi flagrada com a mesma estratégia. A suspeita, de 25 anos, trazia 105 gramas de cocaína e 3,7 gramas de maconha camuflados em um pote com comida.

Mogi das Cruzes
Ainda no sábado, a irmã de um recluso do CDP de Mogi das Cruzes foi barrada com maconha sintética, conhecida como K4. A visitante, de 42 anos, trazia o alucinógeno escondido dentro de seu documento.
São Vicente
Uma visitante foi surpreendida com entorpecentes na Penitenciária 2 de São Vicente no domingo, dia 18 de novembro. A suspeita, de 36 anos, trazia 123 gramas de drogas na genitália.
Uma agente de segurança identificou um objeto estranho na região pélvica da mulher, a partir das imagens geradas pelo scanner corporal. Ao ser questionada, a visitante confessou que carregava um invólucro com 26 gramas de maconha e 97 gramas de cocaína. A droga seria entregue a seu companheiro, sentenciado na unidade prisionais.

Caraguatatuba
No Litoral Norte, também no domingo, dia 18 de novembro, a esposa de um detento foi surpreendida com maconha costurada no cós da calça no Centro de Detenção Provisória "Dr. José Eduardo Mariz de Oliveira", o CDP de Caraguatatuba. O material, que pesava 8 gramas, foi identificado nas imagens geradas pelo scanner corporal. Ao ser questionada por uma servidora, a suspeita confessou que carregava o ilícito.

Potim
No domingo, uma mulher de 36 anos foi barrada na Penitenciária “AEVP Jair Guimarães de Lima”, a P1 de Potim, com 7 gramas de maconha. Ao ser submetida à revista por meio de escaneamento corporal, foi detectado por agentes uma alteração nas imagens geradas pelo aparelho. Ao ser informada que o procedimento seria repetido, a mulher tentou tirar de sua calça uma porção da erva, mas foi flagrada pelos servidores.

Campinas
Duas mulheres foram detidas no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Campinas. O primeiro flagrante ocorreu no sábado, (17/11), quando uma visitante de 21 anos passou pelo scanner corporal. Ela pretendia visitar o companheiro, mas foi detida quando agentes perceberam alterações nas imagens. Diante disso, ela foi conduzida a uma sala reservada, onde espontaneamente retirou o invólucro contendo cocaína e droga sintética.
Já o segundo flagrante ocorreu no domingo, (18/11), quando uma mulher de 22 anos passou pelo procedimento de revista dos alimentos, agentes encontraram maconha misturada a pedaços de carne. Ela admitiu que pretendia entregar a droga ao companheiro. As duas suspeitas foram encaminhadas ao plantão policial e permanecem à disposição da Justiça.

Itirapina
No domingo (18/11), uma mulher foi detida na Penitenciária João Batista de Arruda Sampaio, Itirapina II, durante procedimento de revista, com 72 gramas de cocaína escondidos na genitália. A suspeita pretendia visitar o companheiro, mas foi impedida quando agentes perceberam alteração na imagem no momento em que a suspeita passou pelo scanner corporal. Diante disso, a mulher foi encaminhada a uma sala reservada e fez a retirada, espontaneamente do invólucro.

Bauru
No sábado, (17/11), durante procedimento de escaneamento corporal em uma visitante, no Centro de Detenção Provisória "ASP Francisco Carlos Caneschi" de Bauru, agentes de Segurança Penitenciária identificaram na imagem um objeto introduzido no órgão genital. Indagada, ela confirmou que havia introduzido em seu corpo um aparelho de telefonia celular com chip, retirando voluntariamente o invólucro que continha o aparelho. A visitante foi encaminhada a Central de Polícia Judiciária de Bauru para elaboração de Boletim de Ocorrência. O detento que receberia o celular foi isolado preventivamente para apuração dos fatos.
No sábado imagem do scanner corporal mostrava objeto na região genital de visitante. A mulher, ao ser questionada, em primeiro momento negou portar objeto ilícito, porém enquanto aguardava para ser conduzida ao hospital para realização de exame, voltou atrás e disse que havia introduzido uma porção de maconha em seu órgão genital e concordou em retirar espontaneamente. A visitante foi encaminhada a Central de Polícia Judiciária de Bauru para elaboração de Boletim de Ocorrência, sendo o conteúdo que pesava cerca de 55 gramas, confirmado como “maconha” pela autoridade policial. Foi instaurado Procedimento Apuratório Disciplinar e o detento encaminhado preventivamente para o pavilhão disciplinar, visando apurar o ocorrido.
No domingo, (18/11), ao realizar inspeção nos pertences de uma mulher que visitaria o cônjuge, agentes encontraram dentro da sacola uma bolsa preta, contendo um celular com chip, uma CNH e R$12,35 em cédulas e moedas. Perguntada, a visitante informou serem de sua propriedade e que, simplesmente, havia os esquecido dentro da sacola. Como de praxe a mulher foi conduzida a Central de Polícia Judiciária de Bauru para elaboração de Boletim de Ocorrência e o detento isolado para averiguação.

Avanhandava
No sábado, na Penitenciária "Valdic Junio Alves Primo" de Avanhandava, uma visitante foi retida após passar pelo escâner corporal, pois a imagem obtida durante o procedimento revelou alteração na altura do quadril. Confrontada, ela confirmou que havia introduzido maconha em seu corpo. A mulher foi encaminhada para a autoridade policial, assim como o entorpecente, que pesou aproximadamente 77 gramas.
Pouco mais de uma hora após a primeira ocorrência, outra visitante foi barrada no scanner corporal valendo-se da mesma “técnica” flagrada anteriormente: indagada, confessou ter introduzido maconha no reto e, relatou ainda, que a droga era destinada a seu companheiro. Diante dos fatos ela foi conduzida a autoridade policial, juntamente com o entorpecente que pesou mais de 99 gramas.

Franca
Durante procedimento de escaneamento corporal em uma visitante no domingo, (18/11), na Penitenciária de Franca, agente penitenciária que operava o equipamento percebeu anormalidade na imagem, na região pélvica da mulher, que indagada negou portar qualquer objeto ilícito consigo. Minutos antes de ser conduzida para o Hospital, onde seriam realizados exames para dirimir as dúvidas sobre a imagem gerada pelo eficiente aparelho, ela mudou de ideia e assumiu que portava algo em seu corpo. Voluntariamente ela retirou um invólucro contendo erva análoga a maconha.
Também no domingo, nova tentativa de ludibriar a segurança da unidade com a velha tática de introduzir ilícitos na genitália, foi flagrada por agentes. Submetida a revista pelo equipamento de inspeção corporal, a imagem sugeria um objeto no interior do corpo da visitante. Questionada, a mulher negou carregar ilícito no interior de seu corpo. Deste modo foi encaminhada para exames médicos no Hospital de Franca, onde os médicos avistaram e retiraram de seu órgão genital um invólucro, momento em que a Policia Militar (PM) conduziu a mulher até a delegacia para lavrar boletim de ocorrência e confirmar o conteúdo do invólucro, o que não havia ocorrido até o fechamento da nota de apreensão.

Marília
No domingo (18/11), na Penitenciária de Marília, durante procedimento de revista através do Scanner corporal, verificou-se imagem suspeita na região da cintura de uma mulher que visitaria o amásio. Questionada sobre o fato admitiu estar levando drogas no cós da calça. Acompanhada por Agentes Penitenciárias, em uma sala reservada ela alegou que levava entorpecentes para o companheiro e retirou da peça de roupa oito porções embaladas em plásticos, sendo seis delas compostas por erva esverdeada, possivelmente maconha, e outras duas com pó branco semelhante a cocaína.
Pirajuí
O final de semana também foi movimentado na Penitenciária “Luiz Gonzaga Vieira” de Pirajuí. Agentes foram eficientes e barraram duas tentativas de entrada de ilícitos. No sábado (17/11), na imagem obtida pelo scanner corporal denunciava um volume incomum na região pélvica da visitante. Questionada, a senhora confessou estar portanto drogas dentro do próprio corpo e, levada a uma sala reservada na presença de agentes femininas, retirou de sua genitália um invólucro que, ao ser verificado, continha um aparelho celular com dois chips.
Ainda no sábado, o Scanner corporal mais uma vez auxiliou os olhos atentos e treinados das agentes, que perceberam na imagem produzida pelo equipamento um objeto estranho na altura da genitália de uma visitante. Indagada, ela confessou portar material ilícito, momento em que foi conduzida a uma sala reserva e, na presença de agentes penitenciárias, retirou espontaneamente de seu corpo, um invólucro de 55 gramas, de cor marrom, que aberto continha pó branco semelhante a droga conhecida como cocaína.

Ribeirão Preto
No sábado (17/11), durante revista aos pertences de uma visitante da Penitenciária de Ribeirão Preto, foram encontrados no interior de sua sacola dois absorventes “recheados” com diversos extratos bancários, com a clara intenção de ocultar tais extratos e burlar a vigilância. Foi elaborado comunicado de evento para apurar o fato, sendo o material retido e a mulher impedida de realizar a visita. Ela foi notificada para comparecer a unidade prisional no prazo de três dias para que seja colhido seu termo de declaração acerca do ocorrido.
No mesmo dia, durante passagem de visitante pela revista através do escâner corporal, agentes visualizaram no monitor um objeto suspeito na região da cintura. A mulher foi encaminhada a uma sala para revista manual de suas vestes, quando retirou do cós da calça uma porção de substância esverdeada e outra porção de cor branca, ambas embaladas em plásticos transparentes, tratando-se possivelmente de serem os entorpecentes conhecidos como maconha e cocaína.

Irapuru
Durante realização dos procedimentos de revista em alimentos trazidos por visitantes de sentenciados na Penitenciária de Irapuru, no sábado, (17/11) agentes encontram um caderno dentro da bolsa trazida pela mãe de um deles. Entre as folhas do caderno havia uma adulteração, com algo colado, de cor alterada, aparentando se tratar de entorpecente sintético K4, o material foi apreendido.
Pracinha
Com uma mesma forma de agir, três mulheres que visitariam os respectivos companheiros na unidade prisional tentaram burlar a segurança e entrar com erva esverdeada aparentando maconha no fundo falso da calcinha, bem como, no cós da peça íntima e no cós da calça, respectivamente, na Penitenciária . Além do forte odor, havia volume nas vestimentas.
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Pacaembu
Ao entrar na unidade para visitar os companheiros que cumprem pena na Penitenciária “Ozias Lúcio Dos Santos” de Pacaembu, no sábado, (17/11), duas mulheres traziam consigo alimentos que, como de praxe, passaram pelos procedimentos de vistoria por raios X. Neste momento, o aparelho apontou que havia ilícitos entre o “jumbo” das visitas, sendo encontrada com uma delas 09 (nove) maços de cigarros com erva esverdeada no interior, supostamente maconha, e com outra 01 (um) carregador de celular, escondido no fundo da sacola.
Martinópolis
Também no sábado, (17/11),na Penitenciária “Tacyan Menezes De Lucena” de Martinópolis, dentre as companheiras de sentenciados que chegaram ao presídio para visitá-los, sete delas foram barradas na entrada da unidade por serem flagradas, durante os procedimentos de revista, portando ilícitos. Cinco delas esconderam cada qual 01 (um) celular na genitália, enquanto outra trazia substância análoga à maconha. Por fim, a última escondia dentro do top 06 (seis) pacotes com substância semelhante a entorpecentes, sendo: 04 (quatro) com suposta cocaína, 02 (dois) com suposta maconha e mais alguns comprimidos.
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Riolândia
Com duas sacolas plásticas contendo alimento para o companheiro sentenciado, que cumpre pena na Penitenciária “João Batista De Santana” de Riolândia, uma mulher acabou barrada durante os procedimentos de revista. Isso porque, ao abrirem um vidro de sabão líquido, Agentes de Segurança Penitenciária encontraram um fundo falso, com tampas sobrepostas na embalagem original a qual também estava danificada. Dentro da tampa havia 41 pedaços de adesivos recortados com aproximadamente 02 cm, aparentando ser o entorpecente K4. A apreensão aconteceu no sábado, (17/11).
Junqueirópolis
O aparelho de scanner corporal identificou imagens de ilícitos ocultos no corpo de duas mulheres, na altura da cintura, na Penitenciária de Junqueirópolis. Uma delas confessou e entregou 01 (um) celular, enquanto a outra negou o fato e teve que ser conduzida pela Polícia Civil à Santa Casa. Lá, ela pediu um copo d’água para despistar os agentes e tentou dispensar o objeto ao jogar o copo no lixo. No entanto, foi impedida pela equipe de escolta, que identificou 01 (um) celular.
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Lavínia
Na Penitenciária III “Asp Paulo Guimarães” de Lavínia, no sábado, (17/11), companheira do sentenciado M.B.S foi surpreendida tentando ingressar no ambiente carcerário com 01 (um) aparelho de telefone celular preto. A apreensão ocorreu depois que a visitante passou pelo equipamento de detecção de metal scanner corporal. O objeto estava acondicionado num invólucro confeccionado com fita de alta fusão, papel carbono e grafite em pó, e introduzidos em sua genitália.

Na Penitenciária II “Luiz Aparecido Fernandes” de Lavínia, no domingo, (18/11), ao sentar no banco detector de metais durante procedimentos de revista, uma mulher que visitaria o companheiro na unidade prisional ouviu o aparelho sinalizar positivamente. Diante do ocorrido, foi submetida ao scanner corporal, onde ficou clara a presença de 01 (um) celular no órgão genital da visitante.
Também no domingo, (18/11), na Penitenciária I “Vereador Frederico Geometti” de Lavínia, no momento em que a companheira de um sentenciado passava seus pertences no setor de revista, funcionários encontram na sacola, com pertences da sua filha, um invólucro contendo uma substância branca aparentando ser “cocaína”.

Presidente Prudente
Na Penitenciária "Wellington Rodrigo Segura" de Presidente Prudente, no domingo, (18/11), durante o procedimento de revista em visitantes, agentes perceberam um volume suspeito no top de uma das mulheres, onde posteriormente foi encontrado um bolso falso, com uma porção de maconha.
Mirandópolis
Na Penitenciária II “Lindolfo Terçariol Filho” de Mirandópolis, no domingo, (18/11), agentes penitenciários descobriram, durante os procedimentos de revista, anotações de depósito bancário subscritas em absorventes e encontraram dentro de uma linguiça 04 (quatro) pendrives e 04 (quatro) cartões de memória, em meio a alimentos. Os materiais seriam entregues a um sentenciado e foram vistos por intermédio de raios X.
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São José do Rio Preto
Com uma porção de maconha escondida entre as vestes, uma mulher tentou visitar seu companheiro no Centro de Detenção Provisória de São José do Rio Preto, mas foi descoberta quando passava pelo scanner corporal. Mesmo assim, alegou que não havia nada de irregular, mas era visível um volume em sua calça. Sendo assim, foi encaminhada ao vestiário, onde foi possível encontrar no cós da calça erva semelhante à maconha. O fato ocorreu no domingo, (18/11).

Leia a matéria:
http://www.sap.sp.gov.br/noticias/pauta-21-11-18.html#top
No evento, feito em parceria com a Taurus, estão sendo apresentados detalhes sobre o funcionamento das armas
Trabalhadores penitenciários compareceram em bom número à sede do sindicato na capital nesta quinta-feira, 22/11, na sede do SIFUSPESP em São Paulo, para conhecer um pouco mais sobre as armas que são de uso exclusivo da categoria e de outros integrantes das forças de segurança pública.
A demonstração acontece até às 17h de hoje, e continua amanhã, a partir das 9h da manhã.
Venha você também!
O sindicato somos todos nós, unidos e organizados!
Confira contatos para consultas, exames e pronto atendimento
Com o objetivo de ampliar o atendimento em saúde e promover o bem estar dos trabalhadores penitenciários, a sede do SIFUSPESP em Presidente Prudente atualizou a lista da rede de atendimento do Instituto de Assistência Médica do Servidor Público Estadual(IAMSPE) no município.
Nessa lista, estão disponíveis contatos e endereços de médicos para o agendamento de consultas em diversas especialidades, dentre elas clínica geral, cardiologia, dermatologia, endocrinologia, gastroenterologia e ginecologia.
O documento também disponibiliza laboratórios habilitados pelo IAMSPE para a realização de exames na cidade, tais como raio-x, ecocardiograma, endoscopia e sessões de fisioterapia, além de hospitais que fazem o pronto-atendimento de emergência e urgência para servidores e seus familiares.
O SIFUSPESP entende que o servidor penitenciário precisa ter atenção total com sua saúde física e psíquica, sobretudo devido ao grau de risco e insalubridade a que é exposto no ambiente de trabalho, e por isso recomenda que os funcionários procurem por especialistas disponíveis na rede para atendimento preventivo e possam garantir assim uma qualidade de vida superior dentro dos enormes desafios que o sistema impõe.
A lista pode ser conferida abaixo:
O Agente de Segurança Penitenciária (ASP) Paulo Renato Domingues, há oito anos no Centro de Detenção Provisória(CDP) de Jundiaí passa por problemas graves de saúde devido a complicações decorrentes do diabetes. O ASP corre o risco de ter a perna direita amputada.
Tudo começou quando Domingues sofreu um acidente cortando três dedos e metade do pé direito. O ASP passou por uma cirurgia, entretanto durante o início de sua recuperação pegou uma bactéria que alastrou-se até o joelho. O tratamento agora também baseia-se em matar a bactéria que tem mostrado resistência aos antibióticos até então, além da cicatrização do procedimento inicial.
Domingues sofre com dores fortes e o medicamento analgésico para amenizar seu sofrimento tem um alto custo, 442 reais a caixa com 28 comprimidos, o que é consumido em 15 dias. Além disso, necessita de uma joelheira de travamento que tem que usar cujo custo é de 600 reais. O ASP depende da solidariedade dos companheiros do sistema prisional, (que costumam demonstrar boa vontade para com os colegas de trabalho), para livrar-se das dores, imobilizar o joelho e prosseguir na luta contra a bactéria, já que os médicos cogitam a possibilidade de amputação da perna.
Caso você sinta-se sensibilizado com a situação de saúde do ASP Domingues e queira ajudar com qualquer quantia, segue abaixo os dados de sua conta corrente.
Paulo Renato Domingues
Banco do Brasil
Conta Corrente: 14495-9
Agência: 6983-3
Agradeço imensamente pela oportunidade de dividir meus dias ao lado dos companheiros de trabalho do CDP de Campinas. Sou grato a todos os funcionários da Coordenadoria Central do Complexo Penitenciário Hortolândia de todas repartições e setores. Agradeço aos Oficiais Operacionais, a todos os companheiros do grupamento do GIR. Foi a minha primeira casa - CDP Campinas.
Nunca imaginei que este momento chegaria tão rápido, apesar de vários anos já terem se passado, parece que foi ontem que recebi aquelas boas vindas tão lindamente. Cada um de vocês marcou definitivamente a minha história, felizmente de forma muito positiva que com certeza levarei por toda a minha vida.
Foram muitos momentos alegres, outros nem tanto, mas todos eles contribuíram imensamente para que eu crescesse profissionalmente e, sobretudo, pessoalmente. Quero agradecer por cada segundo dispensado comigo, por cada sorriso, por cada bom dia e principalmente pelo conhecimento partilhado até conseguir tê-lo entendido.
Saio daqui com muito mais preparo e competência, mas o mais importante de tudo foram os amigos que fiz, a família nova que descobri. Esta despedida não significa um adeus, apenas o ultrapassar de mais uma etapa que espero que não afaste completamente as nossas vidas.
Levarei cada um de você no meu coração, com uma gratidão enorme pela oportunidade e pela satisfação proporcionada quando eu mais precisava. Que o sucesso continue ao lado de cada um de vocês e a felicidade seja uma companheira assídua, assim como foi minha, durante todo o período que trabalhei com vocês.
Projeto de lei de autoria de Carlos Weverton(MDB) havia sido barrado pela Prefeitura
Em sessão realizada na última segunda-feira, 19/11, a Câmara Municipal de Mirandópolis conseguiu derrubar, por 6 votos a 3, o veto da prefeita Regina Mustafá(PV) ao projeto de lei que permite a entrada gratuita de trabalhadores penitenciários e outros integrantes da segurança pública em eventos culturais e esportivos da cidade.
A proposta, de autoria do vereador Carlos Weverton(MDB), havia sido aprovada pela maioria dos vereadores em outubro, mas acabou barrada pela chefe do Executivo, o que obrigou os parlamentares a novamente apreciarem a matéria.
Somente os vereadores Nivaldo Ribeiro(SD), Almir Marini e Wellington Brito, ambos do PV, discursaram contra o projeto. Votaram favoravelmente à isenção para a categoria os vereadores Luciano Bersani(PTB), Matias das Alianças(MDB), Afonsinho Dentista(PSDB), Dr. Abe(PRB), Tiago Soares da Usina(PP), além do autor do projeto.
A reserva de 5% da carga de ingressos nos eventos para os profissionais da segurança pública visa o reconhecimento da importância de seu trabalho para o município. Para ter acesso ao benefício, basta comprovar seu vínculo com a Secretaria de Administração Penitenciária(SAP) apresentando sua carteira funcional e seu documento de identidade original com foto.
O SIFUSPESP, que vem acompanhando há meses o esforço dos integrantes do legislativo de Mirandópolis que são favoráveis ao projeto, saúda a iniciativa e aproveita a oportunidade para agradecer a todos os parlamentares que se mantiveram firmes e levaram adiante as demandas da categoria.
A vida do ASP Marcos Roberto Remedi na pista, na unidade prisional, em família e as vitórias obtidas em todos os ângulos retratados
Muito chão pela frente, é o que tem encarado Marcos Roberto Remedi, 46 anos, Agente de Segurança Penitenciária integrante do Grupo de Intervenção Rápida (GIR) e do Centro de Detenção Provisória de Campinas, nas maratonas em que tem participado. Corridas que dependem mais da resistência e estratégia, do que da velocidade propriamente dita, Caveira, como o agente também conhecido tem obtido vitórias e boas marcas.

Seus três últimos desafios foram a Maratona de Curitiba 42km no último domingo (18/11), Meia Maratona do Açaí, em Rio Preto, onde levou o terceiro lugar. Prova de 4 km, numa estrada de areia, foi a grande dificuldade da prova que aconteceu no último sábado (09/09).
Outro desafio encarado foi subir a Serra do Rio do Rastro, na Ultramaratona Umpril, em Santa Catarina e terminar a prova como campeão, entre os chamados “top 100”, ou 100 primeiros. O tipo de maratona considerada para “atletas ninjas”, Remedi correu 42 km de um percurso de curvas sinuosas e estreitas, uma das serras consideradas por muitos, a mais “perigosa”.

A Ultramaratona do Rio do Rastro destaca-se pelo grau de dificuldade, sendo um percurso concluído apenas por grandes atletas. Com pouco tempo no esporte, Caveira tem obtido excelentes resultados, superando desafios cada vez maiores, entre os plantões e turnos de trabalho. Em 2019, Remedi repetirá a dura corrida, nutrindo grandes expectativas.
“Foi uma prova dificílima. Estava muito frio em um percurso longo de subida em pista estreita e sinuosa. Num determinado momento o corpo vai abatendo. Náuseas, cãibras, frio, chuva, rajadas fortíssimas de vento, um cansaço extremo. Mas, fui como um amigo me disse um dia antes de correr, como “o pássaro do condor, sem almejar o pico mais alto e sim batendo as suas asas de maneira lenta para chegar aonde deseja”, conta ele.
Comprometido com o próximo, o auge da prova de Remedi foi num determinado momento do percurso, encontrar o atleta Mateus do Rosário Cavalcante - uma pessoa que conheceu ali na pista - querendo desistir, parando por causa da exaustão. “Eu não permiti. Segurei a mão dele e falei ‘vamos chegar juntos, eu ajudo você’, e assim fizemos. Ver a pessoa tirando forças de onde não tem é incrível e é uma das coisas que me move a correr. Um dos poderes do esporte”, ele diz.
O relato da chegada com o “novo colega” emociona o atleta e mostra que parceria e compaixão são quesitos de grandes atletas. Gestos como este, de ajuda ao próximo são comuns para o agente atleta que além de correr, participa de grupos de trabalhos voluntários na cidade onde mora e costuma agir como encorajador entre os companheiros de trabalho.
Na agenda de Caveira encontra-se o desafio da maior dos 75 km a serem percorridos na Ultra Maratona de Bertioga, a Maresias. O agente está direcionando seu lado atleta para as grandes maratonas e com o tempo deixará de correr as de curta distância. Segundo ele, encarar desafios cada vez maiores e vencer os próprios limites é o que o move.
Agente também é gente

Pernas heroicas vindas da cidade de Adamantina, região Oeste do Estado. O ASP Caveira, como Marcos Remedi é conhecido, afirma que sua vida dentro e fora do trabalho é diferente, entretanto ele é o mesmo: Mesmos valores, mesma postura, mesma firmeza. A disciplina que dentro dos muros garante o respeito da parte dos colegas e dos apenados, qualidade necessária e dita pela maioria dos Agentes de Segurança Penitenciária como fundamental.
O trabalho entre as celas exige uma determinada postura para que se obtenha respeito, segundo ele um equilíbrio entre firmeza e rigidez, além de boa comunicação e habilidade de negociação. É o que diz o agente com suas palavras simples, com afirmações de uma honestidade que chega a surpreender.
“Minha carreira é um aprendizado constante, que uno com o que aprendi com a minha família. Possuo um trabalho e por meio dele pretendo honrar o nome do meu pai. Não tenho o hábito de prejudicar as pessoas com quem convivo, pelo contrário, procuro ajudar sempre que posso e sei que não é uma característica de todos”, expressa.
Ao contrário do que comumente a população pensa a respeito do profissional que trabalha dentro dos muros de uma unidade prisional, o trabalhador penitenciário mantém-se no trabalho com determinada sanidade por meio de sacrifícios. Estar longe da família, necessitando deslocar-se à outras cidades é, por exemplo, algo comum entre eles. Muitos lutam por transferências, até um decorrência de um grande estresse que as idas e vindas trazem à vida do trabalhador:
Sentimentos antagônicos geradores de crises de ansiedade. Quando longe o pensamento é estar em casa e quando em casa, a aflição do breve retorno ao trabalho e afastamento do lar podem adoecer. É um acréscimo à carga comum já existente na natureza do trabalho do agente, aqui repetindo a informação, considerada a segunda profissão mais perigosa do mundo, segundo dados da Organização Internacional do Trabalho(OIT).
Pessoas comuns lutando pela manutenção de suas famílias, que passam por dificuldades diversas e ainda correm risco de vida. Por trás da roupa de travado ou de uma fronte sisuda, convivendo com pessoas que praticaram os mais diversos tipos de crime, está um ser humano. De maneira geral, aparece no discurso ignorante, como o que faz justiça com as próprias mãos - uma categoria marcada pela visão de exercer abusos para com os presos, tratá-los mal ou agredi-los.
Entretanto, os funcionários do sistema prisional são passíveis de sofrer abusos e agressões, assim como sofrem. Ameaçados de morte, sendo que muitos morrem, apenas por cumprir o dever de assegurar que o preso cumpra a pena dentro de um sistema desestruturado, e considerando todos os problemas socioeconômicos que sofrem, que se divergem e encontram-se com os problemas sofridos pelos presos.
O discurso de Caveira, a priori, pode soar ingênuo, mas demonstra capacidade de sobrevivência e superação, num meio de baixa expectativa de vida e que perde profissionais à todo momento por problemas de saúde que têm o trabalho como gatilho, inclusive doenças mentais.
“Honro meu lado guerreiro. Tenho conquistado o que eu queria: entrar no sistema prisional, trabalhar com segurança pública, atuar no GIR. Tenho respeito dentro do G.I.R porque sempre atuei com respeito. Sempre cobrei dos presos utilizando a lei, nunca passei do limite e com certeza, por isso, eu tenho esse respeito”, afirma.
Ajudador dos recém ingressos no sistema na função de ASP, Remedi relata agir como ensinador e dizer aos “meninos novos”, como ele os chama, que não é com tamanho e nem força que se impõe respeito, mas o tratamento igualitário a fim de que se faça cumprir a lei de Execução Penal, a qual os presos ali estão submetidos. “Independente da cor da calça, sempre em cima da lei”, é a frase que usa.
“A população tem uma visão errada de quem é o agente penitenciário, talvez até por aquilo que mostra a mídia, apenas coisas ruins. Sou alguém que cumpre os deveres, entretanto gosto de fazer amigos, não me apego em inimizades. Sou extremamente companheiro das pessoas com que trabalho. O trabalho é difícil, tenso, sim lidamos com situações extremas, mas isso não me impede de “brincar”, o que significa sorrir e ser leve, quando em serviço”, explica.
Procuro fazer trabalhos voluntários, minha maneira de ajudar o próximo, por isso participo de um moto clube bem conceituado: ‘’Os Boinas Pretas’’. Já faz um tempo que o clube faz parte da minha vida. Realizamos trabalhos sociais ajudando pessoas e entidades. As pessoas da minha cidade que me conhecem, sabem quem eu sou. Quando sou cumprimentado, o fazem com respeito.
Se alguém necessitar de um abraço, eu darei. Considero que uma das coisas mais importantes na vida, a amizade, porque não levamos nada deste mundo quando a vida acaba. A nossa lembrança fica e meu esforço é para que lembrem de mim como uma pessoa boa.
Tenho 10 anos de trabalho no sistema prisional paulista no CDP de Campinas que dedico ao trabalho, aprendendo a cada dia. Tenho o hábito de ajudar os agentes novatos, explicando como agir da melhor forma, evitando que cometam erros.
Todos temos problemas pessoais. Eu não transpareço para ninguém. Guardo pra mim. A dureza do trabalho ensina isso. em qualquer lugar nunca cheguei com cara feia sou um cara que chego abraço, brinco com as pessoas porque se tiver alguém com problema familiar um abraço que você dá numa pessoa, pode de alguma forma passar coisa boa”
E para quem está longe de casa 10 anos é difícil pois tenho minha mãe sozinha numa casa, mas todo mês fico lá alguns dias com ela, sou sempre muito atencioso com ela, e sempre falo para os meus amigos a melhor coisa quando chego em qualquer estabelecimento ou em qualquer lugar nunca cheguei com cara feia sou um cara que chego abraço, brinco com as pessoas porque se tiver alguém com problema familiar um abraço que você dá numa pessoa pode de alguma forma passar alguma coisa boa”
Caveira transparece “leveza”, utilizando adjetivo num texto que não caberia. Injusto descrevê-lo sem determinadas palavras “proibidas” ao jornalismo comum, mas não na cobertura de nossa categoria . Descreve a vida com suas dificuldades, mas nunca deixa de apontar algo bom. Extrovertido, aos 46 anos sente-se um menino, tanto nas corridas, no trabalho ou em casa. Difícil de acreditar quando está uniformizado no batalhão do GIR.
“Creio que o esporte seja a maneira com que procuro ver as coisas melhor e acaba me ajudando no ambiente estressante que trabalho. Durante o turno, no dia a dia, o estresse não pode afetar você. É preciso manter o foco, sempre com muita atenção em tudo o que se faz. Sim, existem problemas, o perigo, a tensão, mas como sempre falo para os companheiros o amor ao próximo é melhor remédio, principalmente quando se trata de um colega de trabalho”, elucida suas convicções.
História comum de um brasileiro interiorano

É possível identificar na história de vida deste agente penitenciário e atleta, a história de muitos brasileiros, principalmente do interior paulista. “Sou filho de um lavrador, um senhor de roça”, diz com orgulho e continua: “Eu mesmo trabalhei na roça, e tive outros trabalhos, mas sempre desejei ser um funcionário na área de segurança, e obtive êxito no concurso de agente de segurança”, conta.
Diferente de alguns que contam terem “caído de paraquedas”, ou seja, prestado o concurso sem saber ao certo o que queriam, Caveira almejou a carreira. Ele relata sua efetivação no cargo como uma “benção”,diz ele: “Foi o dia que eu mais chorei na minha vida, aos 36 anos. Ainda que trabalhando, na época, eu ganhava tão pouco que não tinha dinheiro para ir ao barbeiro. Fui “ralando” e consegui passar no concurso. Hoje tenho 46 anos de idade completo 10 anos de um trabalho que eu gosto, servindo na área de segurança pública. Sou dedicado e procuro bem servir”.
O agente descobriu corrida a cerca de um ano apenas, aos 45 anos. Por isso é considerado tão prodigioso nos resultados das competições que participa, ele não tinha experiência e iniciou como um amador. Como ele diz, “eu simplesmente calcei o tênis e fui correr e me senti livre”. Ele relata sua experiência no atletismo como algo que trouxe significativa mudança em sua vida, porque o retira do pensamento pesado de tudo que ocorre dentro de uma penitenciária, além de aliviar a saudade de casa e outros problemas da vida.
“Quando corri uma corrida de 5 quilômetros conheci o renomado atleta Marcelo Rocha, que desde então começou a me treinar. Devo a ele conquistas em meias maratonas e agora partindo para as ultramaratonas. Já coleciono alguns pódios e outras boas classificações, o que eu sempre comemoro”, afirma.
Ele declara que o atletismo, ou a corrida é tudo para ele. Faz plantão de 12 horas e chega a fazê-los quase todas as semanas para conseguir ver a família. As viagens são corriqueiras, fazem parte do seu dia dia. Procura fazer o possível para participar de quantas competições conseguir.
“Viajo para minhas corridas tento fazer troca dentro do possível para participar das corridas. Faço treinos depois que chego do trabalho de 20 ou 30 quilômetros. Já deixo minha alimentação pronta para conseguir treinar. É puxado mas vale a pena”, afirma.
“Gosto de estar sempre de bem com a vida, sou comunicativo, gosto de pessoas e posso dizer que sou feliz. Que sou feliz. Não cobro nada de Deus, apenas agradeço pela minha vida, meu trabalho e meus amigos. Cada momento, cada experiência, minha saúde. Creio que existam coisas boas reservadas para mim dentro do sistema prisional, não pretendo sair. Quero me aposentar no trabalho que posso dizer que escolhi”, e afirma com esperança:
“Quem sabe um dia a Secretaria de Administração Penitenciária possa dar uma atenção aos servidores esportistas e que eu possa representar a SAP e vestir a camisa deles nas ultramaratonas dentro e fora do Brasil”.
Este é o retrato de um agente penitenciário, que apesar de todas as mazelas do sistema penitenciário paulista, honra o mesmo como o responsável pela manutenção da segurança pública e carrega a camisa de agente penitenciário nas ruas e serras que sobe nas maratonas em que participa, ainda que o Estado não veja nem o atleta e nem o agente. Existe um esforço pessoal de inúmeros profissionais para a manutenção do sistema prisional.
Para torcer
Continue torcendo para o ASP Marcos Remedi que participará dos 70km da Ultra Maratona de Botucatu BRASIL RIDER no dia 08/12, sendo que em 2019 os passos ágeis de longas distância continuam.
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