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É com imenso pesar que o SINPPENAL comunica o falecimento no dia de ontem(9) do servidor Valter Batochi, lotado na Penitenciária I de Mirandópolis, aos 68 devido a um acidente de trabalho. 

Valter estava fazendo a limpeza externa com trator da unidade quando foi atacado por um enxame de abelhas. 

O servidor que era  Oficial Operacional  foi socorrido com presteza e encaminhado ao hospital próximo, mas não resistiu e veio a falecer. 

Segundo o Presidente do SIFUSPESP Fábio Jabá que trabalhou com Valter “O Batochi era uma excelente pessoa, querido por todos e dedicou sua vida ao trabalho na SAP. Deixo aqui meus sentimentos a todos os seus amigos e familiares”

O velório de Batochi ocorre no Velório Municipal de Mirandópolis e seu sepultamento será às 11:30h de hoje (10) no Cemitério da Saudade em Mirandópolis.

Neste momento de dor o SINPPENAL apresenta seus mais sinceros pêsames a todos os familiares, amigos e colegas de trabalho de Valter Batochi.

Em assembleia realizada ontem a partir das 10h no auditório Franco Montoro da ALESP,Policiais Penais discutiram os problemas da SAP e decidiram a pauta da campanha salarial de 2025.

A assembleia contou com representantes dos três sindicatos que compõem a Frente Paulista da Polícia Penal (FEPOL) SINPPENAL, SINDPPESP e SINDPENAL.

Os trabalhos foram conduzidos pelo Presidente do SINPPENAL Fábio Jabá, com o Secretário Geral do SINDPENAL Renato Mingardi e Diretor Jurídico do SINDPPESP Márcio Assunção compondo a mesa.

A assembleia foi prestigiada pelos deputados estaduais Reis, que é presidente da frente parlamentar em prol da Polícia Penal, Carlos Giannazi e Guilherme Cortez, além dos deputados o Ex-Deputado Capitão Nascimento também prestigiou o evento.

Em suas falas os deputados falaram da importância da Polícia Penal e da necessidade de contratações e valorização.

Durante as falas tanto os sindicalistas como os membros da categoria destacaram as condições de trabalho, déficit de pessoal e defasagem salarial como os principais problemas enfrentados pela nova polícia.

Foi marcante a presença dos aposentados que recentemente se destacaram na luta contra o erro da SPPREV que não os classificou como Policiais Penais em claro desrespeito à Lei Orgânica.

O representante dos Oficiais Administrativos Motoristas destacou a injustiça cometida contra sua categoria, que foi deixada de fora da regulamentação apesar de executar funções claramente policiais.

Após as discussões que deixaram claro a necessidade de lutar pela equiparação de direitos com as demais polícias do estado foi votada a pauta da campanha salarial. 

Entre os principais pontos da pauta econômica se destacam a reposição salarial pelo IGPM desde 2014, fim do teto do Ticket com equiparação do valor pago à PM e correção da insalubridade congelada desde o governo Dória.

Na pauta de condições de trabalho se destacam a reposição de efetivo e fim do assédio moral e melhoria da segurança das unidades. 

 

Enquanto a pauta de condições de trabalho deve ser apresentada diretamente ao DGPP, a pauta financeira será apresentada ao Secretário da SAP. 

A Fepol também está em contato com os deputados da base aliada do Governo na ALESP para conseguir uma reunião com o Secretário da Casa Civil a respeito das reivindicações econômicas.

Abaixo o vídeo da assembleia:

 

 

É com profundo pesar que o SINPPENAL comunica o falecimento do Policial Penal Antônio Sandre do CDP de São José do Rio Preto, no final da tarde de ontem, devido a um infarto.

Antônio conhecido como “Bahiano” iniciou sua carreira em 1998 na penitenciária de Riolândia, tendo trabalhado em Campinas,Bauru e Balbinos.

O velório será realizado na cidade de Altair

Neste momento de dor o SINPPENAL apresenta suas mais sinceras condolências a todos os familiares, amigos e colegas de trabalho de Antônio Sandre e convida a todos que puderem a contribuir com as despesas de translado e sepultamento que o façam diretamente pelo PIX chave: 21652841806 em nome da esposa de Antônio, Luciane Ferreira Sandre.

A criação da Polícia Penal foi um sonho construído pelos trabalhadores organizados, desde o distante ano de 92 quando o SIFUSPESP pela primeira vez falou da Polícia Penitenciária, até às lutas em Brasília a nova instituição foi fruto de mobilização, diálogo, esforço de policiais de todo o Brasil, que buscavam ser reconhecidos de direito da mesma forma como eram tratados na prática pelos criminosos que mantinham encarcerados.

Não foi uma luta fácil, houve perdas de vidas nas centenas de viagens feitas a Brasília, muitos que construíram este sonho, não viveram para desfrutá-lo.

Mas finalmente ele chegou à realidade, primeiro com a PEC federal que nos permitiu barrar a privatização planejada por Dória e em janeiro deste ano com a entrada em vigor da Lei orgânica.

Temos que ter consciência que a Polícia Penal é a única que foi construída exclusivamente pela organização e mobilização dos seus profissionais, e portanto não é um caminho fácil.

Apesar do “vacatio legis” de 90 dias boa parte da regulamentação ainda está por ser feita, desde sua posse no cargo temos visto o DGGPP se empenhar em tirar esse sonho do papel em um processo que vai desde a definição da identidade visual até a regulamentação de cada aspecto da nova polícia.

Entre as novas resoluções devemos destacar a regulamentação das trocas de plantão, do GIR e CIR que garantem segurança jurídica e regras claras a serem seguidas. 

Não menos importante foi a criação de um Boletim Interno com informações de interesse dos policiais e do serviço penitenciário como acontece com as outras forças policiais. Destacamos que a leitura desse boletim faz parte das funções dos Policiais Penais, como já fazia parte das obrigações dos servidores públicos se manter informados de leis, regras e procedimentos, mas agora com uma responsabilidade redobrada.

Também tivemos a regulamentação do distintivo para ser utilizado em situações em que o policial não estiver uniformizado.

Os cursos de nivelamento continuam acontecendo, agora com o início da fase prática. Devemos lembrar que eles são fundamentais para a progressão de carreira e é um dever de cada Policial Penal participar. Os problemas de eventuais violações do horário de descanso para a realização do curso devem ser reportados ao SINPPENAL, os filiados terão todo o apoio jurídico para a preservação de seus direitos.

Dores de um parto

Porém como a vinda de uma criança ao mundo, o nascimento da Polícia Penal não se dá sem dores e dificuldades. Recentemente tivemos a não modificação da nomenclatura dos aposentados pela SPPREV, que só foi implementada após a mobilização do SINPPENAL com apoio dos veteranos que se deslocaram até a ALESP atendendo ao chamado do sindicato.

Assim como a questão dos aposentados, ainda temos muitas lutas e ajustes pela frente, algumas coisas serão conquistadas pela mobilização, outras pela justiça e outras pelo diálogo.

Temos de ter consciência que a Polícia Penal é um caminho sem volta para o futuro, a nova Corregedoria já mostrou que não vai tolerar as velhas práticas tão criticadas pelos Policiais Penais.Embora tenhamos vários sinais positivos, muitos percalços e desafios devem surgir nesse novo caminho.

Hoje o déficit de pessoal é um problema crítico que além de sobrecarregar os Policiais Penais coloca em risco a segurança e disciplina das unidades e por consequência toda a sociedade, esse problema tem de ser corrigido, por isso defendemos o aumento do número de DEJEPs  embora sabendo que este é apenas um paliativo para a crise de pessoal.

Além disso, temos muito o que conquistar em matéria de paridade de direitos com as outras forças policiais e de valorização salarial e somente com nossa união e mobilização atingiremos nossos objetivos e concretizarmos o sonho da Polícia Penal do Estado de São Paulo ser a mais forte e valorizada do Brasil, fazendo jus aos guerreiros e guerreiras que mantém a segurança e a disciplina no maior sistema prisional da América Latina.

Um passo para isso é estarmos presentes na assembleia da campanha salarial na  terça feira dia 08 de março das 10 às 14h na ALESP, e lembrarmos de que quem não é visto não é lembrado.

 Abaixo as Resoluções publicadas pelo DGPP com o link de acesso ao diário oficial. A partir da semana que vem como parte da campanha salarial faremos uma análise das resoluções e dos pontos que ainda temos que avançar.

01 Institui o brasão da Polícia Penal do Estado de São Paulo e estabelece regras para sua

utilização.

02 Institui a Bandeira Oficial da Polícia Penal do Estado de São Paulo.

03 Institui insígnias de uso obrigatório nos uniformes dos policiais penais do Estado de São Paulo. 

04 Institui o Boletim Interno no âmbito da Polícia Penal do Estado de São Paulo.

05 Regulamenta a concessão de elogio funcional aos policiais penais e agentes públicos em efetivo exercício no âmbito da Polícia Penal do Estado de São Paulo e dá providências correlatas.

06 Disciplina as diretrizes atinentes à troca de plantão por parte dos Policiais Penais nas respectivas unidades de lotação.

07 Altera a redação do parágrafo único do artigo 3º da Portaria DGPP nº 006, de 11 de março de 2025, que disciplina as diretrizes atinentes à troca de plantão por parte dos Policiais Penais nas respectivas unidades de lotação.

08 Institui e regulamenta o uso do distintivo funcional pelos integrantes da carreira de policial penal e dá providências correlatas.

09 Institui e realoca os Grupos de Intervenção Rápida (GIR) nas Coordenadorias de Execução Penal Regional vinculadas à Coordenadoria Geral de Execução Penal, e estabelece critérios mínimos para a formação de Células de Intervenção Rápida (CIR) no âmbito dos estabelecimentos penais da Polícia Penal do Estado de São Paulo.

 

Uma expansão do Programa Minha Casa Minha Vida permite que famílias com renda mensal de até R$ 12 mil também tenham acesso ao programa, conforme publicação no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira, 4.

O grupo com renda entre R8mil e R 12 mil será classificado como "Faixa 4" do programa e poderá financiar imóveis de até R$ 500 mil, com prazo de pagamento de até 420 meses (35 anos).

De acordo com estimativas do governo, a taxa média de juros para essa faixa será de 10,5% ao ano. Diferentemente das demais categorias, a Faixa 4 não terá subsídios governamentais para o pagamento dos imóveis.

O governo ainda não confirmou quando as contratações para essa nova faixa começarão a valer.

Segundo um estudo do Dieese serão beneficiados 3.718 policiais Nível V,  3.600 Nível VI e de 3.266 VII totalizando 21,39% dos servidores da SAP.

Anteriormente o financiamento do Minha Casa Minha Vida atingia até os Policiais Penais de Nível IV.

Enquanto isso ainda não foram expedidas as regulamentações do Programa Moradia Segura que permitiria um  financiamento em condições mais vantajosas para financiamentos de até R$300 mil, com juro zero para policiais com renda até R$7590,00 e juros de 4% para os com renda familiar de até R$15180,00.

O Programa lançado pelo Governo estadual em setembro de 2024 ainda depende de  assinatura de convênio entre a SAP e a CDHU.

 

Amanhã (08) os Policiais Penais têm um compromisso consigo mesmo e com suas famílias, comparecer à assembleia da campanha salarial que ocorrerá na ALESP das 10h às 14h.

Como todos sabem o reajuste ocorrido com a readequação ao subsídio, foi um mero adiantamento dos quinquênios e da sexta parte.

O governo ainda nos deve os 14% de diferença entre os 6% que recebemos junto com o restante do funcionalismo e o reajuste dados às demais forças de segurança.

Temos que cobrar a paridade de benefícios com as outras polícias, como por exemplo o valor e o teto do ticket e a gratuidade no transporte.

Além dessas e outras demandas no terreno econômico temos muito o que cobrar em relação às condições de trabalho, vivemos a pior crise de pessoal da história da secretaria e até o momento sequer a licitação para a banca do novo concurso foi iniciada.

Mesmo com essa falta crítica de pessoal até agora os Policiais Penais não foram autorizados a aumentar o número de DEJEPs, o que é um paliativo, mas que ajudaria em muito a aliviar o déficit de efetivo.

Além desses problemas, que já não são poucos, devemos cobrar as prerrogativas que foram deixadas de fora da lei orgânica como o acautelamento de armas e coletes balísticos e prioridade de atendimento quando a serviço.

Entre as correções também não devemos esquecer da injustiça com aqueles que estão em estágio probatório e que por apenas alguns meses acabaram perdendo um ano de progressão na carreira com o futuro enquadramento na categoria 1A.

Nossos veteranos também devem participar, não somente pela questão salarial, mas também pela correção dos inúmeros erros cometidos pela SPPREV que prejudicaram estes guerreiros que tanto serviram a população paulista.

Por isso não se esqueça, amanhã a partir das 10h no auditório Franco Montoro da ALESP começa mais uma caminhada pela valorização da Polícia Penal e seus trabalhadores.

Abaixo um vídeo do Presidente do SIFUSPESP Fábio Jabá convocando a todos. 

 

 

É com extremo pesar que o SIFUSPESP comunica o falecimento do Policial Penal José Roberto de Andrade, da base de escolta de Rio Preto, aos 57 anos, vítima de um câncer no cérebro.
Segundo seu filho, o também Policial Penal Andrade do CDP de Icém “ Um pai excepcional, 3 filhos, começou no estado em 2008, saiu da feminina de Ribeirão preto, passou pelo CPP de Rio preto e por fim na base de escolta. Estava afastado há 1 ano e meio”
Neste momento de luto o SINPPENAL apresenta suas mais sinceras condolências a todos os familiares, amigos e colegas de trabalho de José Roberto de Andrade.