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O SINPPENAL, através do seu Departamento Jurídico, prepara uma ação coletiva a fim de corrigir a injustiça apresentada pelo Governo Tarcísio no que se refere ao resultado do estágio probatório e busca, além da correção de Nível, a compensação frente ao prejuízo que tenha sido causado a cada Policial Penal atingido nessa questão. 

A ação abrange a todos os Policiais Penais que completaram o estágio probatório após a entrada em vigor da Lei Orgânica.

Isso porque, se o servidor prestou concurso e entrou em exercício com uma lei que prometia o Nível II após 3 anos, a expectativa é que cada um cumpra o seu papel, ou seja, ao final do estágio probatório, uma mudança repentina para a Categoria A do Nível I, traz um baque tanto emocional quanto financeiro, frustrando, ainda, a confiança que o Estado gerou no momento da contratação.

Lembrando que não havia nenhuma regra vigente dizendo que esse profissional seria enquadrado no Nível I, mas, sim, no Nível II. O absurdo que o Governo fez foi apresentar uma mudança, através de um dispositivo, na atual lei, prejudicando, sem dó nem piedade, os policiais penais que já se estavam na Secretaria. 

O Sindicato vai questionar essa arbitrariedade do Governo Estadual, levando em consideração o princípio da isonomia, prevista no Art. 5º, Caput, CF, e o fato de as contratações terem sido feitas antes da entrada em vigor da Lei Orgânica. 

Afinal, qual o motivo de não incluírem a mudança para os novos concursados, sem prejudicar quem já estava atuando? Essa é a grande questão que o SINPPENAL levanta e quer, além de uma resposta razoável, a correção imediata dessa injustiça para com profissionais que atuam em uma área prioritária da sociedade.

É com muita tristeza que o SINPPENAL comunica o falecimento do policial penal Henrique Saliba Bassan. Infelizmente, Henrique, que já apresentava problemas de saúde, faleceu um dia após a decisão favorável sobre a sua aposentadoria.

Neste momento de luto, o SINPPENAL apresenta suas mais profundas condolências a todos os familiares, amigos e colegas de trabalho de Henrique Saliba Basssan.

 

Após denúncias de policiais penais sobre descontos incorretos de Imposto de Renda em seus holerites deste mês, o SINPPENAL reforça a necessidade de a categoria verificar se o desconto está de acordo com a tabela atualizada em 1º de janeiro deste ano, e, caso haja divergência, acionar o RH, fazendo o passo-a-passo que explicaremos em seguida.

Assim como aconteceu no mês passado, muitos servidores notaram valores superiores aos previstos pela tabela vigente, conforme demonstrado no caso de um policial penal de Nível I, cujo desconto foi R$ 524,86 acima do cálculo oficial.

O Sindicato orienta que os policiais penais acessem o simulador da Receita Federal e caso identifiquem divergências entre o valor descontado e o resultado do simulador, baixe e preencha o Formulário 12 (Verificação de Pagamento), disponível em: http://bit.ly/4tlvNxpanexe uma cópia do holerite e o print do simulador disponível em: https://www27.receita.fazenda.gov. e protocole no setor de Recursos Humanos da sua unidade, guardando uma via autenticada.

O SINPPENAL reforça que está coletando provas do ocorrido para acionar os órgãos competentes, mas, antes disso, ressalta a importância de cada servidor buscar a regularização individual para evitar prejuízos financeiros.

Nenhum policial penal deve arcar com descontos indevidos. A união de esforços entre categoria e Sindicato é fundamental para resolver isso.

Caso persista a divergência após o protocolo, entre em contato com o Sindicato.

Para tirar dúvidas, veja o simulador de imposto de renda, clicando o link abaixo:

https://www27.receita.fazenda.gov.br/simulador-irpf/

 

 

Em Ofício encaminhado ao DGPP nesta segunda-feira, 2 de fevereiro, o SINPPENAL pede esclarecimentos acerca do comunicado que trata do procedimento para a devida regularização do porte de arma dos policiais penais do Estado de São Paulo. Desde novembro de 2025, o porte passou a ser regulamentado pelo Diretor Geral da Polícia Penal (DGPP), através das Portarias 024 e 025. 

O Comunicado, entretanto, determina que o processo deve ser feito até o próximo dia 12 de fevereiro, prazo considerado extremamente curto para o presidente do SINPPENAL, Fabio Jabá, levando-se em conta que muitos profissionais estão de férias, licença-prêmio ou mesmo viajando e não conseguirão atender a todas as exigências em um período de 10 dias.

Uma das exigências apresentadas no Comunicado diz respeito ao uniforme. “Comparecer à unidade, uniformizado, para atualização da foto no SISDRHU”. O SINPPENAL aproveitou a ocasião para solicitar ao Diretor Geral, Rodrigo Santos Andrade, que, primeiro, esclareça sobre a veracidade de tal documento e, em seguida, suprima tal exigência, pois muitos policiais penais já não possuem mais tal vestimenta, e, além disso, muitas unidades sequer fornecem o uniforme, o que torna a exigência sem sentido.

Outra questão levantada pelo SINPPENAL diz respeito aos aposentados, afinal, como eles podem ser cobrados da exigência do uniforme se não fazem mais parte do quadro de funcionários da ativa? 

Por fim, o SINPPENAL pede que o DGPP auxilie na divulgação do prazo e procedimentos exigidos aos servidores aposentados, uma vez que eles também devem cumprir as exigências para regulamentar o porte de arma.

As exigências

Em razão das mudanças decorrentes da instituição da Polícia Penal e da Portaria que regulamenta o porte de arma, tornam-se necessárias as seguintes providências:

  • Comparecer à unidade, uniformizado, para atualização da foto no SISDRHU;
  • Preencher documento para criação de assinatura eletrônica.
  • Apresentar o Certificado de Registro de Arma de Fogo (SINARM e/ou SIGMA) original para os devidos procedimentos nesta Seção de Pessoal;
  • Apresentar a Carteira de Identidade Funcional (CIF – porte de arma) original para os devidos procedimentos nesta Seção de Pessoal.
  • Ressalto que tais procedimentos possuem caráter obrigatório, e a não atualização das informações acarretará o cancelamento do porte de arma.
  • Após a conclusão das atualizações sistêmicas, será emitida pelo Departamento de Segurança Penal, uma nova cédula funcional padronizada, que substituirá todos os modelos anteriores expedidos.
  • Para que o processo ocorra dentro dos prazos estabelecidos, todas as atualizações deverão ser realizadas até dia 12/02/2026. 

 

 

A Lei Complementar nº 1416/2024 entrou em vigor em 1º de janeiro de 2025, mas a regulamentação, essencial para determinar a viabilidade dos direitos dos policiais penais no que tange à evolução da carreira, ainda está pendente, num grande desrespeito do Estado aos direitos da categoria, assegurados pela Legislação.

“Quando o Estado não cumpre o que a lei manda, o servidor fica parado no tempo”, afirma o presidente do SINPPENAL, Fabio Jabá, inconformado com essa atitude omissa das autoridades. Ele, porém, já estuda medidas jurídicas para que o Sindicato exija do Governo o cumprimento do que a própria lei determina.

Jabá salienta que o Sindicato não está pedindo favor, está pedindo o cumprimento da lei. E dentro de uma sociedade democrática, a Justiça pode ser provocada quando existe o dever claro, omissão do poder público, prejuízo prático do servidor.

Ele explica que o Estado tem o dever jurídico de dar execução à lei, mas algumas partes dependem de complementação, através de decretos, portarias e editais, que detalham como será feito o processo, os critérios, prazos, documentos, avaliação, pontuação, classificação e recursos, sem os quais, tanto servidores quanto a própria Secretaria, não podem dar sequência aos procedimentos por falta de diretrizes.

“Na prática, a não regulamentação pode virar uma forma de adiar o direito adquirido. Não estou dizendo que é simples e automático, apenas que é dever regulamentar quando a lei prevê isso”, diz o presidente do SINPPENAL. Conforme estabelecido pela Lei 1416/2024, a evolução da carreira ocorre por progressão e promoção, conforme regulamentação, e a promoção anual exige processo, avaliação, condições, exigências, tudo explicado e determinado através de decreto (regra geral), portaria (regra operacional) e edital (regra do concurso, anual).

Enquadramento por salário não é correto

O enquadramento é um mapa que coloca cada servidor no lugar certo da nova carreira, mas ele foi feito com base no salário e não no tempo de serviço, o que pode gerar prejuízo e atraso na vida funcional, já que quem está no degrau errado, terá a promoção e a progressão igualmente errôneas, porque a base já vem errada. “Assim, é necessário fazer o enquadramento para que as novas promoções sejam efetivadas de forma correta”, diz Jabá.

Todos os pedidos devem ser documentados

Os servidores devem estar atentos às portarias, publicações, histórico funcional, acompanhar os atos oficiais, Diário Oficial, comunicados internos, e sempre formalize suas dúvidas por escrito, protocolando, pois no Serviço Público, o que não está documentado, pode virar “não aconteceu”. 

Se possível, protocole na sua unidade um pedido de promoção depois de um ano, e nos envie uma cópia para ajudar em nossa ação judicial.

 Procure o Sindicato, para orientação coletiva e padronizada.

Acompanhe o vídeo do Presidente do SINPPENAL sobre o assunto :

 

 

O policial penal, Wellington de Oliveira Silva, do CDP de Itapecerica, está realizando uma vaquinha virtual com o objetivo de arrecadar fundos para uma nova cirurgia de correção do plexo do braço esquerdo, afetado por um acidente de moto em 1º de junho de 2024, ou seja, há cerca de um ano e meio. 

Na ocasião, ele chegou a fazer uma cirurgia com um médico aposentado, chamado especialmente para esse caso, mas, infelizmente, não obteve êxito, e ele perdeu o movimento do braço esquerdo.

A pedido da terapeuta ocupacional do policial penal, uma segunda cirurgia será necessária, mas o IAMSPE não possui tal profissional, exigindo que o procedimento seja feito todo de forma particular, com o custo muito elevado, de cerca de R$40 mil. Até o momento, foram arrecadados pouco mais de R$3.680,00.

Quem puder ajudar com qualquer quantia, é só clicar   no link da campanha do bem e optar pela contribuição através de Pix, boleto ou cartão de crédito.  https://campanhadobem.com.br/campanhas/cirurgia-plexo-braquial#/

Para contribuições via Pix a chave é 11 97102-6015

É com muita tristeza que o SINPPENAL comunica o falecimento do policial penal aposentado Pedro Frederico Bonhsack. Ele atuou por muitos anos na unidade de Pinheiros 4.

O velório e o sepultamento ocorreram neste domingo, dia 1º de fevereiro, em Sorocaba/SP.

Neste momento de luto, o SINPPENAL apresenta suas mais profundas condolências a todos os familiares, amigos e colegas de trabalho de Pedro Frederico Bonhsack.